Effects 10,998 to 11,000.
Trans-tunnel effect Graceli.
That is, during the process of transposition of barriers occur [they are transformed from energies into other energies, with variations of the own energies and production of other phenomena, as: entropies, conductivity, enthalpies, temperature, electricity, electron dispersion, emanations, decays , electrostatic potential, and others.
Changes in energy status and potential energy of tunnels, and others.
Trans-intermecânica quântica Graceli transcendente e indeterminada
–
Efeitos 10.998 a 11.000.
Efeito trans-túnel Graceli.
Ou seja, durante o processo de transposição de barreiras acontecem
[são transformadas de energias em outras energias, com variações das próprias energias
e produção de outros fenômenos, como: entropias, condutividade, entalpias,
temperatura, eletricidade, dispersão de elétrons, emanhamentos, decaimentos,
potencial eletrostático, e outros.
Mudanças de estado de energia e de energia potencial de
tunelamentos, e outros.
O tunelamento quântico foi desenvolvido a partir do estudo da
radioatividade. Em meio ao crescente sucesso da
mecânica quântica na terceira década do século 20, nada era mais impressionante do que o entendimento do Efeito Túnel - a penetração de ondas de
matéria e a transmissão de partículas através de uma barreira potencial. Depois de algum tempo, o estudo mais aprofundado envolvendo tunelamento,
supercondutores,
semicondutores e a invenção do Microscópio de tunelamento, por exemplo, renderam à
física 5 prêmios Nobel.
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Em 1927,
Friedrich Hund foi o primeiro a tomar nota da existência do Efeito Túnel em seus trabalhos sobre o potencial de poço duplo.
[3] George Gamow, em 1928, resolveu a teoria do decaimento alfa de um núcleo, via tunelamento com uma pequena ajuda matemática de
Nikolai Kochin.
[4]
Uma analogia comumente utilizada para explicar tal fenômeno envolve uma colina e um trenó subindo em direção ao cume da colina. Imaginando que o trenó esteja subindo a colina, parte de sua
energia cinética que se transforma em
energia potencial gravitacional U. Quando o cume da colina é atingido, podemos pensar que o trenó tem energia potencial Ub. Se a
energia mecânica inicial E do trenó for maior que Ub, o trenó poderá chegar do outro lado da colina. Contudo, se E for menor que Ub, a
física clássica garante que não existe a possibilidade de o trenó ser encontrado do outro lado da colina. Na
mecânica quântica, porém, existe uma probabilidade finita de que esse trenó apareça do outro lado, movendo-se para direita com energia E como se nada tivesse acontecido. Dizemos que a colina se comporta como uma
barreira de energia potencial, exemplificando de maneira simplória o efeito Túnel.
[6]

Reflexão e tunelamento através de uma barreira potencial por um pacote de ondas. Uma parte do pacote de ondas passa através da barreira, o que não é possível pela física clássica.
Considerando um elétron e a densidade de probabilidade

da onda de matéria associada a ele, podemos pensar em três regiões: antes da barreira potencial (região I), a região de largura L da barreira (região II) e uma região posterior à barreira (região III). A abordagem da mecânica quântica é baseada na
equação de Schrödinger, a qual tem solução para todas as 3 regiões. Nas regiões I e III, a solução é uma equação senoidal, enquanto na segunda - a solução é uma função exponencial. Nenhuma das probabilidades é zero, embora na região III a probabilidade seja bem baixa.
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O coeficiente de transmissão (T) de uma determinada barreira é definido como uma fração dos elétrons que conseguem atravessá-la. Assim, por exemplo, se T= 0,020, isso significa que para cada 1000 elétrons que colidem com a barreira, 20 elétrons (em média) a atravessam e 980 são refletidos.

,

Por causa da forma exponencial da equação acima, o valor de T é muito sensível às três variáveis de que depende: a massa m da partícula, a largura L da barreira e a diferença de energia de Ub-E entre a energia máxima da barreira e a energia da partícula. Constatamos também pelas equações que T nunca pode ser zero.
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